18.4.08

Extra, extra!!!!

Está na Revista Mosaico deste mês uma matéria escrita por mim!!!! Estou muito feliz e queria dividir essa alegria com vocês!
Passem na banca e dêem uma olhada!
Aguardo críticas construtivas!
Beijo,
OM.

14.4.08

Amor

Não foi em março, mas em meados de abril, o importante é que retomei o ritmo! E falando em ritmo, batimentos cardíacos, coração...resolvi começar com o tema: AMOR! Quem sabe até dividir em partes, pois é um tema muito vasto, dá muito pano pra manga.
O motivo da escolha veio com uma idéia de criar um grupo psicoterapêutico onde pretendo enfocar este tema.

Gostaria de começar com uma reflexão sobre amor e paixão, pois talvez desta forma consigamos nortear os próximos textos.

Segundo a Wikipedia, a palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação. Até a Wikipédia se confundi (risos). Bom, vejam se concordam comigo:

Paixão é um sentimento forte, intenso, cego no sentido de que você se apaixona por alguém ao qual você não conhece direito, não sabe realmente quem ele é, suas características positivas e negativas, nós normalmente projetamos conteúdos que gostaríamos que a pessoa tivesse, a paixão implica em fusão, parecemos um só, não agüentamos as ausências nem que seja por algumas horas, queremos estar ao lado da pessoa a todo o momento, não existe ética, moral, raciocínio lógico, simplesmente nos apaixonamos.

Já o amor, continua sendo forte, mas é calmo, vivido de forma tranqüila, temos a consciência de quem é a pessoa amada, pois o amamos na sua totalidade, seus defeitos e qualidades, não tememos as ausências, pois sabemos o limite do eu e do outro, neste a consciência está mais ativa, o mental e o emocional são mais equilibrados.

Normalmente a paixão evolui para o amor com o tempo e as experiências vividas com a pessoa, mas normalmente o que acontece é a separação por perceber que a pessoa por quem tínhamos nos apaixonado não era nada do que achávamos que ela seria que é justamente quando tomamos consciência.

Exemplo de paixão assista ao filme: Mata-me de prazer. Ainda como exemplo, no filme Meu primeiro amor a adolescente se apaixona pelo professor, e senti amor pelo garoto.