12.12.06

Pedido de Natal

Algumas muitas pessoas já leram este site, já me mandaram e-mail elogiando a iniciativa, já me pararam nos encontros da vida para falar deste espaço, confessaram que acompanham e... Nenhuma dessas pessoas comenta??? Por quê?
Não quero que este site se torne uma psicoterapia virtual, mas sei que para algumas pessoas isto é tentador. Sei também que para outras este espaço pode fazer os dedinhos coçarem, mas elas não escrevem com medo da exposição, e não é essa a intenção do blog, e sim, ser um espaço para esclarecimento, e troca de informações. Meu desejo é que o “Conversa de Psi” sirva para informar, reformar intimamente, e multiplicar, mas nesta parte eu dependo de vocês, então, convido aos amigos, visitantes, participantes, e colegas da área, que entrem, pensem um tema, perguntem, mandem sua contribuição, tirem duvidas, enfim, me explorem!
Feliz Natal e um Ano Novo realmente novo de oportunidades e realizações pessoais!
Obs: Mais publicações em Janeiro de 2007!

20.11.06

Você já traiu?

Não existe situação pior do que notar que nós nos traímos. Você já pensou nisso? Quando fazemos algo que não queríamos fazer e fazemos por culpa; quando nos preocupamos com o que o outro vai pensar, ou apenas para agradar o outro; quando aquela religião condena; quando não queremos decepcionar nossos filhos, nossos irmãos, nossos parentes; quando fazemos apenas para sermos bem vistos por um grupo de pessoas que adoramos; por comodismo, por medo, por não conseguir mudar, por impulso, enfim... São muitas desculpas que achamos para nos trair. O fim da traição é a infelicidade de nós mesmos, de nossas almas. E então, como ficamos? Quais situações você identifica em que você traiu a si próprio? Por que fez isto? Qual foi a consequência? Consegue fazer diferente? Experimente e note como sua alma ficou mais feliz por obedecer-lhe.

5.11.06

Sonhos

É engraçado: quando alguém sabe que você trabalha com sonhos, imediatamente ela quer te contar o dela e pergunta inocentemente o que significa.

O sonho é um raio X da nossa alma! Quando você conta seu sonho para um psicólogo que trabalha com sonhos, você está dando sua alma para ele analisar, por isso façam isso com profissionais da sua confiança e de preferência somente com o seu psicoterapeuta.

Existe ainda uma segunda questão. Ninguém vai conseguir enxergar sua alma de forma correta sem te conhecer um pouco. Não dá pra ler esse raio X sem a ajuda do sonhador. O sonho é seu, então quem dá o “ok” é você. Mas como assim, quem dá o “ok”?

Vou explicar. O sonho é uma história que você vai contar para seu terapeuta. Tudo que acontecer na história, pessoas escolhidas para cada papel, personagem, paisagem, falas dos personagens, etc. Tudo se torna pista (símbolos) para decodificarmos uma mensagem sempre para o seu benefício: ou para te ajudar num problema, ou para te preparar para um problema, ou para te alertar de uma atitude, enfim... Então o que precisa ser feito são perguntas a respeito de cada símbolo. Exemplo: Você apareceu no sonho, junto com amigas, colegas de profissão, e no meio de uma conversa você aparece segurando uma égua grávida e falando algo para suas amigas. Comece pensando sobre o significado para você daquela conversa com aquelas pessoas, o que elas significam para você: a égua... Tem alguma lembrança, gosta de cavalos, já andou de cavalos? E gravidez, o que significa? Depois dos seus significados trazidos, você pode ampliá-los, procurando se informar sobre a simbologia do cavalo, da égua, da gravidez, enfim. Procure estas simbologias em dicionários da psicologia junguiana, em livros de história, livros que retratem a cultura do local onde vive. Apelar para simbologias pobres em que o significado é o mesmo para todas as pessoas, trazidos de gurus (como sonhos com piolho é morte, com dente é...), não é o indicado, mas você pode sim, ampliar com mais este significado, se este fizer sentido pra você.

Você pode começar a tentar interpretar seu sonho. Comece deixando do lado da sua cama um caderno e uma caneta, sempre que acordar anote imediatamente tudo que lembra, torne isso um hábito. Depois conte a alguém sobre seu sonho, e deixe esta pessoa dar “pitacos” mesmo que não faça sentido pra você e anote os “pitacos”. Por fim, vá analisando cada símbolo do seu sonho sem julgamentos. Lembre tudo que aparece nos seus sonhos são símbolos, inclusive a morte, por isso não se assuste com eles, os aceite e leia sua história a cada dia. Os sonhos são mensagens da sua alma! Faça o que sua alma pede, pois com certeza você será mais feliz!

Dica: Comece a fazer isso com instrução de um profissional, para que você aprenda. E lembre-se que é mais fácil o outro enxergar de forma clara o nosso sonho do que o próprio sonhador, por isso, um profissional é mais indicado.

Obs.: Se tiver interesse na referencia bibliográfica sobre os assuntos abordados neste site, é só deixar um comentário.

11.10.06

Conversando com os Parceiros Invisíveis

Existe um livro chamado Parceiros Invisíveis de John A. Sanford, que é padre e analista junguiano. O livro é minha paixão, pois fala de relacionamentos. Se pensarmos um pouco notamos que nossas vidas são compostas de relacionamentos: pais e filhos, amizades, patrão e empregado, namorados, marido e mulher, irmãos, eu e você, enfim... são inúmeros relacionamentos. E você já parou para se perguntar o porquê de fulano ou cicrano te atrair? Você gostou mais da sua chefe do emprego tal, gosta mais do irmão mais velho, adora a personagem tal da novela, é louca por João que é designer... Já?

Então, este livro responde de forma bastante completa a estas perguntas. Nós nos apaixonamos constantemente por nós mesmos! Que loucura? Não. Vamos refletir: comece a prestar atenção nas pessoas que você admira, principalmente no caso dos relacionamentos amorosos. Na nossa psique existe a anima e o animus, a anima é a parte feminina que há em nós, e o animus a parte masculina. Num resumo bem grotesco, nós nos identificamos (geralmente) com a parte referente à nossa identidade sexual, e nos apaixonamos pela parte oposta. Se sou mulher, me identifico com a anima e me apaixono pelo meu animus que projeto em um homem. Exemplo exagerado para um melhor entendimento: Uma mulher com o estereótipo de executiva, entende tudo sobre empreendimento, administração, recursos financeiros, é prática, decide sua vida com base no raciocínio lógico, malha muito para manter o corpo esguio e saudável, e quando se sente atraída, nota que o homem por quem se apaixonou, é um artista, muito sensível e sentimental, faz yoga, decide sua vida com base na sua intuição e entende tudo de história das artes.

Equilíbrio é a nossa eterna busca. Temos em nossa alma o oposto do que mostramos no nosso dia-a-dia, mas está escondido, são aspectos sombrios, que são acessados no encontro com o outro, daí então, ou nos repugnamos ou nos apaixonamos. O melhor sería, que nós não discriminássemos o outro, e tentássemos aprender mais, e nos equilibrar. Não seria interessante se a executiva ouvisse mais a voz do seu coração, da sua intuição, desse mais ouvido a um mundo diferente do seu habitual? E o artista? Quem sabe uma boa noção de administração e empreendedorismo não fizessem bem à sua profissão?

Pensem nisso e vamos conversar. O que chama sua atenção no outro? Sejam características positivas ou negativas?

3.10.06

Onde está o limite dos pais?


Hoje fiquei em dúvida entre dois assuntos para conversarmos: o primeiro foi a bombástica notícia de uma mãe que contratou um detetive para saber o que seus filhos andam fazendo; e o segundo foi um assunto que surgiu numa conversa com uma mãe, que como todas as mães que amam seus filhos, se queixam de não saberem como lidar (cuidado com essa palavra!) com as perdas deles. A queixa dela era: Como faço para não entrar demais na vida íntima deles e ao mesmo tempo aconselhá-los? Tenho experiência e quero o melhor para eles! Foi tentando acalmá-la um pouco que notei que os assuntos estão interligados. Vamos conversar um pouco?
Bom, primeiro vamos pensar: o que leva uma mãe a colocar detetive atrás dos seus filhos? Quando contratamos o serviço de um detetive particular é por um simples e doloroso motivo: nós não confiamos na pessoa que será observada, e possivelmente temos uma forte desconfiança que algo que nós NÃO queríamos que acontecesse está acontecendo, e para termos prova disto, contratamos um detetive. Ok? Isso já é grave, pois notamos que este relacionamento está falido, não há confiança e, além disso, uma das partes quer impor a outra que faça o que ela quer, pois acredita ser o certo. Mas tem mais detalhes: se eu contrato um detetive para seguir alguém, presumi-se que eu não tenha tempo para fazer esta perseguição. Será que eu tive tempo antes com o meu filho para evitar que isto acontecesse? O que leva um filho a buscar as drogas? Ninguém busca as drogas porque simplesmente é legal, está na moda, ou qualquer outra desculpa que insistimos em acreditar. Ter curiosidade e usar uma vez, ok, se aceita, mas a persistência?!? Algo de errado está acontecendo na vida deste filho. Será que ela sabia? Provavelmente não, pois a relação entre eles não tem confiança mútua, e depois desta atitude (contratar um detetive) provavelmente não terá mais confiança nenhuma.

Agora vamos para o segundo caso. Como educar, como dar palpites, conselhos, sem entrar demais na vida íntima dos filhos? SENDO AMIGO ACIMA DE TUDO! Ser pai e mãe impõe já um status de domínio, autoridade, quase uma propriedade passada em cartório. Ser amigo não. Ser amigo impõe status de liberdade, troca de experiências, e NÃO IMPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS. Na amizade existe igualdade, e não um mais forte que o outro. Não é relação de polícia e ladrão! Calma, paciência, conversa, muita conversa, participar do mundo do outro, sair junto, conhecer a rede de relacionamentos dos filhos, ser amigo dos amigos dos filhos, dos pais dos amigos dos filhos, os deixarem fazer parte do seu mundo, dividir suas felicidades e tristezas com os filhos, suas decepções e conquistas, não querer ser o exemplo sempre, pois todos nós somos imperfeitos, e assim sim, você ira mostrar o que é a vida de verdade, e não iludi-lo, fazendo ele acreditar numa vida de mentiras; e o mais importante: saber que os filhos são seres humanos iguais a você, por isso podem cometer erros exatamente iguais aos seus. Por isso ACOLHAM! Isso gera confiança mútua e nenhuma necessidade de detetive, pois assim, ele sozinho irá te procurar para pedir ajuda, pois é em você que ele encontrará mais que um pai ou uma mãe, e sim o melhor amigo que ele poderia ter, e a pessoa que mais o ama na vida.

24.9.06

Como lidar com a perda?

Existem vários tipos de perda. A partir do momento que nascemos já começamos a perder. Nos é cortado o cordão umbilical, e perdemos o contato quase direto com a nossa mãe, éramos um só e nos tornamos dois, e daí por diante é somente uma seqüência de perdas, perdemos os dentes, perdemos os cabelos, perdemos o comodismo de chorar e a comida chegar, perdemos o mundo infantil, perdemos o gosto desbravador e poderoso da adolescência, perdemos a ingenuidade, perdemos o gostinho do primeiro beijo, perdemos os trabalhos em grupo da época da escola, perdemos as farras da época da faculdade, perdemos a irresponsabilidade, perdemos o sono, perdemos um parente, perdemos uma grande paixão, perdemos o corpinho tamanho 36, perdemos a flexibilidade, perdemos a humildade de ser aprendiz, perdemos o posto de filha, perdemos, perdemos, perdemos... Como lhe dar com a perda?
Se conscientizando dos ganhos! Leva tempo para notarmos que houve ganhos, mas é o tempo o melhor amigo das perdas, e a maturidade a conquista.
(Leiam de novo as perdas e abaixo os ganhos na seqüência)
Ganhamos a individualidade, ganhamos dentes permanentes (até perdermos de novo na velhice), ganhamos as nossas verdadeiras mechas, ganhamos a oportunidade de escolher nossa própria comida e quem sabe o prazer de cozinhar o que gostamos, ganhamos a delícia da juventude, a sabedoria e independência da fase adulta, ganhamos a maturidade, ganhamos o prazer de saber como beijar e conquistar através do beijo, ganhamos amigos que vão nos acompanhar por toda vida onde nós marcaremos novas reuniões em grupo, ganhamos a responsabilidade, ganhamos a noite, ganhamos um filho, ganhamos lembranças permanentes e lições pra vida toda, ganhamos a estabilidade do amor, ganhamos um corpaço, aquele de mulher que toda menina quer ter, reconquistamos a flexibilidade com a segurança adquirida, reconquistamos a humildade de saber que sempre aprendemos mais e confiança em seu próprio taco, ganhamos o posto de mãe, de avó, de madrinha, ganhamos, ganhamos, ganhamos.

18.9.06

TOC: Transtorno Obsessivo Compulsivo

Lendo o site da minha cunhada e cumadre http://www.rainhasdolar.com/, surgiu o assunto de hoje, TOC, passa lá que você vai entender(risos).
O TOC é um transtorno mental incluído entre os chamados Transtornos de Ansiedade, onde se encontra classificado ao lado das fobias. Fobias são medos! Existe a fobia de lugares fechados como elevadores pequenos, animais como ratos e insetos; da fobia social que é o medo de expor-se em público ou diante de outras pessoas e do transtorno de pânico que são ataques súbitos de ansiedade. São sintomas do toque que envolve alterações do comportamento rituais ou compulsões como: repetições, evitações dos pensamentos e/ou preocupações excessivas, dúvidas, pensamento de conteúdo impróprio; ou obsessões(*) de emoções de medo, desconforto, aflição, medos de contrair doenças, de cometer falhas, que daí surgem as evitações(evitar algo) que provocam os comportamentos que limitam a vida do portador. É importante que você aprenda a identificá-los, pois para vencer os transtornos o primeiro passo é ser capaz de reconhecer todas as suas manifestações

(*)Obsessões são pensamentos e idéias, imagens e palavras, frases, números ou impulsos que invadem a consciência de forma repetitiva e persistente; sentidos como estranhos ou impróprios, geralmente são acompanhados de medo, angústia, e culpa do prazer. O indivíduo obsessivo mesmo desejando se esforçando não consegue afastar os pensamentos e cumprir as ordens que a sua mente, apesar de serem consideradas absurdas ou ilógicas, levam a pessoa a fazer algo como, rituais, compulsões ou evitar fazê-los. As obsessões mais comuns se relacionam aos seguintes aspectos: sujeira, contaminação, dúvidas, simetria, perfeição, exatidão, alinhamento, impulsos, pensamento de ferir e insultar ou agredir, sexo, obscenidades, armazenar, poupar, guardar coisas inúteis ou economizar, preocupações com doenças ou com o corpo, religião (pecado relacionado à culpa), pensamento mágico, e a lentidão obsessiva que é uma lentidão ao executar tarefas como tirar colocar roupas várias vezes sem parar, levantar, sair, entrar, verificação em de forma repetidas fazendo listas, documentos ou do adiamento de tarefas devido à indecisão.
O TOC é um transtorno chato a verdade é essa, mas nada de se achar um doente, ou um louco. O TOC tem que ser tratado, pois limita a vida de quem o tem, tanto na prática comportamental (no cotidiano), como no relacionamento emocional com o outro.
Dica: Assistam o filme Melhor Impossível.

Atenção!!! Ter uma ou duas manias não quer dizer que você tenha TOC, mas, se você notou que faz várias dessas manias de forma que considere exagerada, notando que prejudicam o andamento do seu dia tornando-o improdutivo, procure um especialista. O portador do transtorno deve ser acompanhado de um psicólogo e de um psiquiatra.

16.9.06

Eu faço tudo por ele, e ele ainda me troca por outra?

São inúmeros os casos de pessoas, não só mulheres, que acreditam que fazendo tudo pela pessoa amada irá firmar uma relação duradoura e recíproca. Engano. Vamos começar do início da relação. Tenho certeza que quando ele te conheceu, você era uma pessoa com atividades, provavelmente, alguma atividade voltada para seu beneficio, pois então; Porque parou? Parou por quê? Ninguém quer uma pessoa sem vida própria que fique 24hs por dia voltado para resolver problemas dos outros, ou melhor, do parceiro. Que sempre esteja pronta para atendê-lo em qualquer circunstância, tanto, afetiva, sexual, profissional, de companheirismo, amizade, enfim. Você não tem vontades? Desejos? Momentos só seu? E sua individualidade onde fica?
Amar requer em primeiro lugar, amar a si próprio. Por isso, se ame, se descubra, passe um tempo sozinho, e desfrute a relação única de auto-conhecimento. Descubra o que gosta em você, que parte do corpo você gosta de ser tocada, qual a comida que mais gosta, o que mais gosta de fazer, como seria a pessoa dos seus sonhos, que qualidades e defeitos você tem, se encontre!
Assim, você saberá dar limites ao outro, pois saberá dos seus, assim, você saberá respeitar o limite do outro, e o mais importante, saberá o quanto é gostoso deixar o outro se descobrir, o deixando fazer sozinho o que lhe é de direito fazer, errar, acertar, e poder curtir com você as suas, somente suas conquistas!
Contribuir, orientar quando se é solicitado é diferente, de fazer pelo outro. Isso é Amar! Não tenha medo da perda do outro. O outro estará com você quando você for fiel primeiro aos seus princípios.

15.9.06

O que é, o que é?

Psicologia é uma ciência que se propõe ao estudo do comportamento humano e dos processos psíquicos. Processos psíquicos são mecanismos que se situam na psique do indivíduo e que servem de base e descreve as mudanças que ocorrem nos estados "ditos normais" (neuróticos), e "anormais" (patológicos).
Psicoterapia é o tratamento que o psicólogo realiza com a pessoa que: necessite se conhecer melhor, não se sinta em condições de resolver algum conflito, seja ela "normal"(psicologicamente saudável, ou neurótica, é a mesma coisa), possua algum distúrbio patológico ou de personalidade, esteja vivendo algum problema de relacionamento que a consuma, enfim...Coloquei o termo normal e anormal, só para o leitor, que não possui conhecimento nesta área, entender de forma mais simples, no entanto, não se usa estes termos, pois o conceito de normal é muito relativo e pessoal.
Conversa com um psicólogo, é a base da Psicoterapia, no caso da Psicoterapia Analítica ou Junguiana, nós psicólogos utilizamos também de outros artifícios, chamados de técnicas de projeção ( projeta, coloca pra fora o que está dentro), como: desenhos, diário, sonhos, caixa de areia, caixa de imagens, construção de cartazes, músicas, filmes, etc. Todas as Artes, pois são formas de expressão.
Assim, a idéia do nome, Conversa de psicóloga.
Se pensar numa pessoa dizendo: - Ahhh, isso é conversa de psicóloga!
Fica parecendo que não tem valia, mas, se penso: - Isso sim é conversa de psicóloga!
Fica melhor não é? Pois então: Isso aqui é conversa de psicóloga, se te interessa, desfrute, pergunte, contribua, participe!!!!