Existe um livro chamado Parceiros Invisíveis de John A. Sanford, que é padre e analista junguiano. O livro é minha paixão, pois fala de relacionamentos. Se pensarmos um pouco notamos que nossas vidas são compostas de relacionamentos: pais e filhos, amizades, patrão e empregado, namorados, marido e mulher, irmãos, eu e você, enfim... são inúmeros relacionamentos. E você já parou para se perguntar o porquê de fulano ou cicrano te atrair? Você gostou mais da sua chefe do emprego tal, gosta mais do irmão mais velho, adora a personagem tal da novela, é louca por João que é designer... Já?
Então, este livro responde de forma bastante completa a estas perguntas. Nós nos apaixonamos constantemente por nós mesmos! Que loucura? Não. Vamos refletir: comece a prestar atenção nas pessoas que você admira, principalmente no caso dos relacionamentos amorosos. Na nossa psique existe a anima e o animus, a anima é a parte feminina que há em nós, e o animus a parte masculina. Num resumo bem grotesco, nós nos identificamos (geralmente) com a parte referente à nossa identidade sexual, e nos apaixonamos pela parte oposta. Se sou mulher, me identifico com a anima e me apaixono pelo meu animus que projeto em um homem. Exemplo exagerado para um melhor entendimento: Uma mulher com o estereótipo de executiva, entende tudo sobre empreendimento, administração, recursos financeiros, é prática, decide sua vida com base no raciocínio lógico, malha muito para manter o corpo esguio e saudável, e quando se sente atraída, nota que o homem por quem se apaixonou, é um artista, muito sensível e sentimental, faz yoga, decide sua vida com base na sua intuição e entende tudo de história das artes.
Equilíbrio é a nossa eterna busca. Temos em nossa alma o oposto do que mostramos no nosso dia-a-dia, mas está escondido, são aspectos sombrios, que são acessados no encontro com o outro, daí então, ou nos repugnamos ou nos apaixonamos. O melhor sería, que nós não discriminássemos o outro, e tentássemos aprender mais, e nos equilibrar. Não seria interessante se a executiva ouvisse mais a voz do seu coração, da sua intuição, desse mais ouvido a um mundo diferente do seu habitual? E o artista? Quem sabe uma boa noção de administração e empreendedorismo não fizessem bem à sua profissão?
Pensem nisso e vamos conversar. O que chama sua atenção no outro? Sejam características positivas ou negativas?
Então, este livro responde de forma bastante completa a estas perguntas. Nós nos apaixonamos constantemente por nós mesmos! Que loucura? Não. Vamos refletir: comece a prestar atenção nas pessoas que você admira, principalmente no caso dos relacionamentos amorosos. Na nossa psique existe a anima e o animus, a anima é a parte feminina que há em nós, e o animus a parte masculina. Num resumo bem grotesco, nós nos identificamos (geralmente) com a parte referente à nossa identidade sexual, e nos apaixonamos pela parte oposta. Se sou mulher, me identifico com a anima e me apaixono pelo meu animus que projeto em um homem. Exemplo exagerado para um melhor entendimento: Uma mulher com o estereótipo de executiva, entende tudo sobre empreendimento, administração, recursos financeiros, é prática, decide sua vida com base no raciocínio lógico, malha muito para manter o corpo esguio e saudável, e quando se sente atraída, nota que o homem por quem se apaixonou, é um artista, muito sensível e sentimental, faz yoga, decide sua vida com base na sua intuição e entende tudo de história das artes.
Equilíbrio é a nossa eterna busca. Temos em nossa alma o oposto do que mostramos no nosso dia-a-dia, mas está escondido, são aspectos sombrios, que são acessados no encontro com o outro, daí então, ou nos repugnamos ou nos apaixonamos. O melhor sería, que nós não discriminássemos o outro, e tentássemos aprender mais, e nos equilibrar. Não seria interessante se a executiva ouvisse mais a voz do seu coração, da sua intuição, desse mais ouvido a um mundo diferente do seu habitual? E o artista? Quem sabe uma boa noção de administração e empreendedorismo não fizessem bem à sua profissão?
Pensem nisso e vamos conversar. O que chama sua atenção no outro? Sejam características positivas ou negativas?
4 comentários:
Pow tô até agora tentando qual é o meu lado que está em Ramon...rs, estranha essa forma de pensar, porque se você pensar que como você vive é o certo, é bom, você vai imaginar que no outro só há o que é ruim, de errado, é o seu outro lado, que não é tão bom como você já é...uff...meio complicado, "quebrei" a cabeça agora, rsrsrs...mas deve ser muito interessante esse livro...
Acho que me embolei toda...
Bjs
Vc está indo no caminho certo. Nós temos um lado que nós consideramos positivos por isso mostramos e temos um lado que nós consideramos negativos, por isso fica "na sombra", no inconsciente, mas que pode ser despertado ou não, podemos ter tb um lado positivo na sombra, se o negativo foi insentivado pelo meio e entao demonstramos. Mas o legal diso tudo não é ver o que é negativo ou positivo, e sim estar aberta a enxergar no outro o que te atrai, e trazer pra si. Para desta forma evoluirmos e não necessitarmos do outro, e sim estar com o outro porque é muito bom e ponto. O que vc gosta em Ramon? Comece por ai!!!! beijão
Isso explica aqueles casais que a gente não consegue explicar. As pessoas dizem, mas como uma mulher como ela pode estar com aquele cara? ou vice-versa. Isso aconteceu na maioria dos meus relacionamentos, o povo simplesmente não conseguia entender, e eu àquela época muito menos.
kkkkk...adorei os comentários...é mais ou menos por aí Walter...pode até entender um pouco mais sobre o homossexualismo sem ficarmos nos enchendo de pré-conceitos tolos...
me formo em psicologia esse ano e esse meu ultimo ano foi carregado de Jung no estagio...um aprendizado imenso...bjo a todos
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